Diante da casa que habito, um melro. Canta que se desunha. Todas as manhãs, bem ainda pela madrugada, não se incomoda por acordar-me nem receia que me abespinhe. Sabe prestar o sublime favor de anunciar que ele e eu ... [Ver artigo completo]
Recordo os meus primeiros tempos de estudos, após a Primária. Comecei, na altura, a escrever uns postaizitos para casa, comunicando as minhas saudades, enquanto pedia uns tostões para os lápis. Em resposta, lá recebia uma cartinha, escrita por uma das ... [Ver artigo completo]