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O que compramos - para comer, para beber, para sobreviver, cuidar da saúde e da escola, da educação... - custa-nos cada vez mais. E como isto da moral, ou a há ou comem todos, tanto paga o pobre como o remediado ou o rico. O muito rico, o banqueiro que esportula milhões, ou quem viva das poucas esmolas da vida. Ou os que, sem saber ler nem escrever, estão sentados à mesa do orçamento - prebendados como boys ou girls de padrinhos bem almofados em tesourarias que não lhe saem do bolso e, por isso, podem usar à fartazana. 1 - Enquanto isso, desce a oferta de serviços sociais: as reformas ficam mais longe e mais curtas, as despesas da farmácia têm menos comparticipações, o serviço público de saúde tem cada vez mais portas fechadas, os combustíveis e os transportes estão mais caros, inexistentes ou inacessíveis. 2 - O Estado escanzelou as contas deve mais que o que pode, está a auto-destruir--se, mas qual quê?! Cuidou de emagrecer as despesas, de cortar nas prebendas aos seus servidores, assessores e companhias?! Pois não faz nada disso. E o governo, esse, assobiando para o lado, continua a papaguear um Portugal que não é o que os portugueses conhecem e sentem na alma, no bolso, na saúde, na economia e no estômago. Isto vai parar um dia. Sabe-se lá como! 3 - A Estação Arqueológica do Cabeço do Vouga foi assaltada. E, aparentemente, está esquecida por quem tem o dever de a cuidar e de a valorizar. Não é suficiente, e de pouco valerá, encher redes sociais com fotos e conversa. Importa, isso sim, que seja preservada. Não esquecida. 4 - O mercado de trabalho de Águeda "aguenta-se". Desce(u) o desemprego. Os jornais publicam ofertas de trabalho e os dados oficiais confirmam que (a dita oferta) aumentou 54%, de há um ano para cá. Há muito mérito das instituições oficiais do sector, sem dúvida, mas é de aplaudir o trabalho produtor de riqueza que é desenvolvido pelo sector empresarial de Águeda. É dele, dos empresários, o maior mérito, credor do maior aplauso. n CV
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