header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
27282930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

O azeite e a água

por Manuel José Homem Mello em Dezembro 02,2009

image
Quem chegasse agora vindo do espaço sideral, no intuito de fazer uma visita à Terra e aqui ficasse alguns dias,  logo descortinaria as duas principais preocupações dos portugueses: futebol e casamento entre pessoas do mesmo sexo.
O primeiro lugar das preocupações é (era) ocupado pela classificação do pelotão dianteiro do campeonato de futebol do mundo a realizar no próximo verão na África do Sul.  Em segundo, a legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo, ou seja, uniões homosexuais.
Conseguida a classificação para o campeonato do mundo de futebol, com a ajuda preciosa de algumas dezenas de pontapés apontados às traves das balizas, as preocupações concentraram-se quase exclusivamente na legalização dos referidos matrimónios unissexuais.
Legalização essa a qual o governo deu a maior prioridade e que deve ser votada logo a seguir ao Orçamento de Estado.
Parece anedota mas não é.
Na realidade, o que está em causa, contrariamente ao que muitos podem pensar, não é a orientação sexual de cada um,  mas a catalogação como “casamento” das uniões de pessoas do mesmo sexo juridicamente reconhecidas.
Porque chamar casamento a uma união, embora reconhecida juridicamente, entre pessoas do mesmo sexo, é o mesmo que tentar misturar o azeite com a água, devido a quaisquer consequências daninhas, mas, simplesmente, à impossibilidade de se misturar as duas substâncias.
Por mais que se procure o contrário, o azeite e a água recusar-se-ão sempre em misturar-se embora possam conviver pacificamente.
Juntem-se assim, os homens com os homens e as mulheres com as mulheres, mas não “casem” uns com os outros porque isso representará uma fraude não apenas jurídica mas linguística e até mesmo moral.
n MJHM  
Director honorário SP


1925 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 (total 0 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados