O hospital não pode morrer...
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Mais uma vez e pelas piores razões, o Hospital de Águeda é notícia de primeira página, anunciando-se a provável perda de mais valências, no seu já fragilizado quadro clínico, pré-anunciador de um caminho irreversível de definhamento e trágico desfecho! E se parece certo que o concelho já se habituou a ser secundarizado, no que respeita à realização de grandes obras, casos da via rápida Águeda-Aveiro, centro coordenador de transportes, Tribunal, entre tantos outros, valeria a pena que, ao menos uma vez, a política aguedense se unisse a uma só voz, convocasse a população concelhia e, num vivo e público protesto, batesse o pé ao Terreiro do Paço, na defesa do seu Hospital e pela dignidade com que ele deve ser tratado. Porque nada vale à política local, Assembleia ou Câmara Municipais, procurar “bodes expiatórios”, exigindo a demissão de responsáveis da saúde do distrito e muito menos perder tempo em discussões partidárias, em véspera de eleições autárquicas! O nosso Hospital é uma urgência, uma prioridade e um valor acima de qualquer preço! E é pela sua história e pela relevância dos serviços que, ao longo de gerações, tem sabido prestar à região e ao país, que deve ser tratado em Águeda, em Aveiro ou em Lisboa! É, assim, chegada a hora do povo de Águeda “libertar” o seu Hospital dos gabinetes das máquinas partidárias e da sobranceria de alguns políticos em Lisboa! E tomar nas suas mãos, pública e decidamente, o processo e a defesa consequente de uma das últimas jóias da coroa de Águeda, o seu Hospital Conde Sucena! Vamos a isso, Beatriz! n JNS
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