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O propósito de extinguir e fundir freguesias vai ser ementa de muita controvérsia em tempos próximos. Ninguém quer, embora acobardadamente o admita, que se acabe a sua autarquia - o seu pequeno poder. Muito menos porque uns quaisquer senhores isso ditaram em Lisboa. 1 - As comunidades autárquicas estão enraízadas, conhecem-se. Não há quem melhor saiba do que faz falta na soleira da porta que o dono da casa. São os autarcas, eleitos pela vontade directa e soberana do povo, quem melhor pode defender os seus interesses. Quem melhor pode assumir a sua procuração. Não são, certamente, uns senhores quaisquer, que ninguém conhece e que se refastelam no ar condicionado dos gabinetes, a decidir o que mais (não) interessa ao povo. Povo e contribuinte activo das suas prebendas. 2 - As freguesias representam 0,02% das contas nacionais. Não foram elas - e o que custam aos cofres do Estado!!!... - que levaram o país para a situação devedora em que se encontra. Foram os gastos excessivos e desmesurados do governo e os de todas as suas mordomias. Foram as loucuras e irresponsabilidades de quem decide sem pousar os pés na terra. Sem as pagar do seu bolso. Deixem lá estar as freguesias em paz. 3 - Os Serranos foram à Galiza levar a cultura de Águeda. Aguada de Cima e Valongo festejaram-se com fato de serem vila. Águeda “agitou-se” em 23 dias de festa. A basquetebolista Maria João Andrade é vice-campeã da Europa. Os canoístas Tiago Tavares e Volodymir Perekhodo, da ARCOR, foram medalhas de bronze nos Europeus. Mourisca e Macinhata mostaram o seu folclore. Paradela ultima as obras do Centro Social. É Águeda no seu melhor! n CV
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