header Incio | Pgina inicial | Adicionar aos favoritos |
Pesquisar Jornal   Pesquisa Avanada »
Seces
Arquivo
2 3 4 5 6 Sab Dom
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930

Notcias no seu Email
Subscrever Newsletter

Votao: Férias
Onde pensa passar férias em 2014?
Portugal
Estrangeiro
Não vou tirar férias
Resultados de votao | Votaes antigas


email Recomendar a um amigo | print Imprimir |

Águeda: Árvores no chão e em silêncio

por Redacção Soberania em Julho 18,2012

image
As árvores da avenida foram abatidas, em nome de um projecto de regeneração urbana assumido
contra a voz do povo, dos comerciantes e moradores da alta da cidade.
Caíram. Foram derrubadas e foram embora na manhã de um sábado que desnudou a vontade popular e fez chorar quem as amava. Quem entende que uma árvore não se abate. Muito menos dezenas de árvores.
O mesmo já acontecera na Praça António Breda. E no parque da Alta Vila, onde árvores centenárias foram cortadas, em nome do cimento que
arma o progresso, mas ignora a história e o ambiente. E no jardim
Conde Sucena, que ficou depenado e sem sombras. Ou na Praça da
República, transformada em empedrado, sem graça e utilidade, qual  eirado de secagem de cereais. Ou depenicadouro de aves. O governo que se prometeu do povo «ficou-se», apenas, pelos gabinetes políticos e arquitecturais, confiscando-lhe o seu direito de opinião, de sentimento e de gosto. Ficou a saber-se, se não se soubesse, que em política, em Águeda, faz-se o que se quer (quando se quer) e diz-se o que convém, no momento em que tal mais interessa.
O progresso, bem se sabe, faz-se de rupturas. Não combina com o
imobilismo e a inércia. Mas precisa também de valorizar o passado, a
história, o ambiente e a sensibilidade do povo. Não pode ser, nunca, resultado de autocracias, por muito que estas se “justifiquem” na democracia de forma. Não a de facto.



13093 vezes lido

Gostou deste artigo?

1 2 3 4 5 Resultado: 4.29Resultado: 4.29Resultado: 4.29Resultado: 4.29Resultado: 4.29 (total 82 votos)
Os artigos mais lidos
Os artigos mais divulgados