Na sequência do artigo publicado no Jornal Soberania do Povo a 19 de Julho de 2012, intitulado “Árvores no Chão e em silêncio”, e exercendo o Direito de Resposta, cumpre-nos retorquir o seguinte:
Lemos e não gostamos.
Não gostamos que mostrassem desconhecer o que publicam nas páginas do próprio jornal (por exemplo os convites à população para participarem na apresentação e discussão dos projetos);
Não gostamos de constatar que só têm ideias no fim ou durante, nunca tendo sido capazes de contrapor ou apresentar alternativas.
Estávamos convencidos, perdoem-nos a ingenuidade, que um jornal local tinha como objetivo incentivar a participação cívica, ser tribuna de discussão, arauto de novas ideias e obviamente também, voz para os velhos do Restelo.
Ficamos a saber (embora já o vislumbrássemos) que é o local onde (segundo o próprio jornal) “diz-se o que convém, no momento em que tal mais interessa”.
Águeda, 23 de julho de 2012
- NR: O jornal está ao serviço do povo e manifestou a opinião generalizada naquela manhã e naquele local. Que não tem, necessarimente, de ser igual à da Câmara Municipal. E não é.