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A política não é uma tripla!

por José Neves em Agosto 18,2011

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Aqui há dias, publicou o nosso Jornal uma entrevista “à americana” do tipo: as perguntas e as respostas são do jornalista e o entrevistado, no caso o presidente da Câmara de Águeda põe a cruzinha no quadrado que lhe convém. E não havendo nada de mal quanto ao género jornalístico, a questão que se coloca é a de saber se a política aguedense caíu já no jogo da sorte e do azar, na força da roda do “Preço Certo” ou na galáxia europeia do euromilhões.
Ora, sabendo toda a gente que a política da Câmara de Águeda assenta na lógica do quatro a três - quatro vereadores do PS e três do PSD - não há, assim, no género literário da entrevista, qualquer surpresa: o PS ganha sempre por quatro e o PSD perde sempre por três a quatro.
Mas, infelizmente, não deveria ser assim esta a nossa “sorte” e este o resultado, neste jogo da política local, já lá vão seis anos.
Mesmo em tempo de férias, e quando os governantes da cidade não se interrogam por gastar duzentos mil euros numa festa como a AgitÁgueda, valia a pena perguntar quando acaba esta política do quatro a três e a chamada democracia directa, uma prática de auscultação permanente ao povo de Águeda e a levar em linha de conta.
Porque a política não é uma tripla e, muito menos, um jogo de sorte e azar. Oxalá um dia, em Águeda, ela seja uma certeza, para bem de todos nós.
Boas férias, Beatriz!


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