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A Assembleia Municipal de Águeda amargurou-se de preocupações relativamente à facturação praticada pela AdRA - que custa os olhos da cara e limpa o cotão dos bolsos aos financeiramente menos abonados. 1 - Faz bem a Assembleia, e os seus eleitos - em se preocupar com estas “miudezas”. Afinal, é o interesse do povo eleitor que está em causa. Pena foi que, na altura da votação que decidiu a concessão da água e do saneamento para a AdRA, não estivessem tão atentos e solidários. Agora, não adianta chorar. 2 - Na altura, na sessão de Junho de 2009, apenas um eleito (José Américo Andrade) votou contra a concessão à AdRA. E abstiveram-se 14 - que o mesmo foi que votar a favor. De que se queixam, então, os que, em tempo próprio, não assumiram as responsabilidades de defender os que os elegeram? De que se queixam os que votaram a favor e os que se abstiveram? 3 - A parceria dos 10 municípios aderentes com o Estado é de 50 anos. São, assim, gerações que vão pagar - e pagar bem caro! - a responsabilidade não assumida em 2009. E não adianta a tais eleitos pôr agora as mãos à cabeça, ou chorar sobre o “leite derrramado”. 4 - Os CTT estão a encerrar Estações por todo o país e Águeda não foge à regra. As de Aguada de Baixo e Arrancada do Vouga estão “à boca” do fecho. E outras se seguirão. A brincar, a brincar, será que ainda voltaremos aos tempos do pombo-correio, para se enviar o dito cujo? 5 - A Comissão de Protecção de Crianças e Jovens queixa-se da falta de meios humanos e da lentidão do Ministério Público. Até custa ouvir isto, quando se vê por aí tanta coisa mal gasta e tantos meios humanos e materiais desperdiçados. n CV
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