Barrô: Preço da água é um roubo
Toda a gente se queixa que, desde que a água deixou de ser fornecida pelos Serviços da Câmara Municipal de Águeda e passou para a AdRA-Águas da Região de Aveiro, SA, se assiste a uma autêntica “roubalheira”.
Os meios de comunicação social têm disso feito eco, veementemente, e sabemos que, na Loja de Águeda, tem-se assistido a um autêntico “assalto” na obtenção de informações, mas, sobretudo, reclamando sem cessar. Lembramos que, a tabela do tarifário que a AdRa enviou, dizia que “no município de Águeda, a partir da factura de Junho de 2010, uma família que consuma 5m3 de água por mês não verá um acréscimo, em termos reais, superior a 1 euro na sua factura mensal”. Embora tendo também motivos de queixa relativamente à nossa facturação particular (que sofreu um aumento astronómico), desta feita é em nome da Paróquia (na qualidade de membro da Comisão Fabriqueira) que escrevemos estas linhas. O consumo de água, dando como exemplo o Centro Paroquial, foi de 79m3 no ano de 2009 e de 78m3 em 2010. A facturação média mensal, em 2009, cifrou-se em 7,73 euros. Porém, desde que fomos obrigados a aderir à AdRA, foi de 26,02 euros mensais. Apesar de referirem no tal impresso do tarifário que “as instituições de solidariedade social terão tarifas especiais”, o que vemos é que, segundo os números atrás citados, verificou-se um aumento escandaloso de 321%. Para quê mais comentários? n WILSON ABRANTES
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