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O PIDDAC de 2010 é, imaginem, o melhor desde 2007, para Águeda, mas não é coisa que se veja: 1,726 milhões de euros - menos de 350 mil contos, na antiga moeda. Dir-se-ia na minha terra que tal importância não dará para mandar cantar um cego. E dir-se-á certamente em Águeda, que é o quinto dos 19 municípios do distrito a ser mais contemplado, por este PIDDAC pouco amigo. 1 - O PIDDAC é um dos principais programas de investimento do Estado, dele dependendo boa fatia do desenvolvimento local. Tão curto assim, neste 2010 que agora gatinha, não se podem sonhar grandes obras. Vale o que vale. A Águeda valerão, entretanto e se o Estado quiser, outros apoios de outros programas - para que não fiquemos a marcar passo. 2 - A (in)segurança é tema recorrente - de tantas vezes se malhar em ferro frio. Os assaltos repetem-se, por tudo quanto é sítio: a casas, escritórios, bancos e multibancos, empresas, viaturas e cemitérios, a pessoas em plena rua, à saída dos empregos. Onde chega a desvergonha! Onde a lei deixa chegar quem a desrespeita, quase protegendo ladrões, os assaltantes e os vigaristas! E também os que receptam e mercam os produto roubados. Não há cadeia para essa gente? 3 - Segadães vai ter igreja nova, Fermentelso precisa de novo cemitério, Belazaima inova Os Serranos, Travassô corre para o Guiness, Préstimo “vê” cemitério vandalizado, Aguada de Cima aprova o OPA da Junta, Ois da Ribeira festeja a ARCOR, Espinhel queixa-se da política, Recardães faz carnaval para ajudar o lar residencial, Barrô elegeu novos dirigentes do CCB, Águeda evoca as vítimas do acidente do Orfeão e a Marques de Castilo fez 83 anos e premiou os seus melhores. Dois aguedenses chegam à bonita idade de 100 anos. Marcas de Águeda nesta primeira semana de Fevereiro. n CV
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