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Águeda foi ao Cine-Teatro S. Pedro dar testemunho de emoção, história e memória, levantando-se em aplauso ao reaparecimento do Orfeão! 1 - Águeda é muitas vezes madrasta para os seus maiores e melhores. Até injusta. Mas, a 13 de Fevereiro de 2009, fez da sala do S. Pedro o altar de emoções e intimismo que faz grandes as gerações que não esquecem: lembrou, emocionada e de luto trajado na alma, a tragédia do Orfeão. Fez história, porque tem memória. E sentimento. 2 - O já quase burlesco “caso” da chamada Casa do Engenheiro teve mais um acto, com palco mas sem actores: a vistoria marcada para 12 de Fevereiro não se realizou porque não veio o perito nomeado. Há quantos anos se arrasta este “caso” pelos tribunais? Perde-se a conta, como se perde o número de acções que dirimem (não) razões. E a casa lá continua. Uma vergonha! 3 - Águeda vai “rodar” nas telas cinematográficas, com “A Última Famel”, filme de Jorge Corte Real e do aguedense Pedro Anjos. Foram-se os aneis de uma grande empresa, mas ganham-se os aneis da posteridade. Diz Pedro Anjos (página 27) que “é importante divulgar Águeda como destino turístico e cultural de qualidade”. Que assim seja e por boas mãos e muito, muito tempo do futuro. 4 - A nova direcção da ACOAG anuncia-se com o objectivo de “fazer o melhor pelo comércio da cidade”. Achamos muito bem. Mas, então, e o comércio das 19 freguesias que sobram da malha urbana da sede do município? 5 - Valongo apressa a abertura do Lar de Idosos da Fundação. Se há área onde Águeda é exemplo, é na social. E Valongo, que é a maior freguesia de todas, tem, finalmente, resposta para os seus menos jovens. Palmas! n CV
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