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Reportagem: Governo de orelhas moucas

por Redacção Soberania em Setembro 12,2012

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O vice-presidente da Câmara Municipal, Jorge Henrique Almeida, lembrou ao Governo, no dia 5 de Setembro, por ocasião da cerimónia de inauguração da 19ª. Festa do Leitão à Bairrada e da 15ª. Mostra de Artesanato e Gastronomia de Águeda, que o município continua a sonhar com a obra de ligação à auto-estrada.  

“Águeda, com o seu dinamismo, é credora, dos Governos de todas as cores que por aqui passaram (inaugurações do certame), de pelo menos uma coisa, que nós já nos cansamos de pedir: a ligação à auto-estrada”, referiu o autarca, à esquerda do Secretário de Estado da Administração Local e da Reforma Administrativa, Paulo Simões Júlio, que presidiu à cerimónia.
O governante  não se referiu ao sonho de Jorge H. Almeida e disse que a Festa do Leitão à Bairrada assenta “no cruzamento de dois conceitos de grande prioridade: o conceito de promoção territorial e o conceito de competitividade do território”.
Paulo Júlio, que apelou ao “orgulho, ambição e capacidade de acreditar” dos portugueses, reconheceu o mérito da ACOAG e da Câmara Municipal na promoção do evento e sugeriu que “o alarguem o mais que puderem para lá das fronteiras do município, sabendo potenciar e maximizar os recursos”.

Leitão está por certificar

O presidente da ACOAG, José António Castilho, considerou que a Festa do Leitão “continua a ser um evento marcante do panorama gastronómico e turístico aguedense e da região bairradina” e que “é uma referência concelhia, onde a ACOAG sente o pulsar dos seus associados”
O dirigente associativo destacou o papel de “criadores, assadores e restauradores” para o sucesso da Festa do Leitão e referiu-se aos problemas económicos que o comércio enfrenta, defendendo que importa “reflectir, criando inovações, renovando energias e lutando por dias melhores”.
Gil Abrantes, presidente da assembleia geral da ACOAG, referiu que a Festa do Leitão “cresceu alicerçada num projecto que nasceu do nada” e que “começou por causa do rigor do licenciamento exigido aos assadores de leitão“. “Lá vai o tempo e o leitão não está certificado”, observou, com a Directora Regional de Agricultura e Pescas do Centro, Adelina Martins, por perto.
“Estamos a atravessar grandes dificuldades, mas não podemos mergulhar no marasmo”, referiu, depois, Gil Abrantes, antes de apelar à “capacidade de resiliência” dos aguedenses. “Somos tesos, não partimos!“ asseverou. “Se nos corredores do Governo ouvir falar em Águeda, acredite que somos gente capaz de fazer coisas boas“, disse Gil Abrantes, na direcção de Paulo Simões Júlio.

Importância económica

António Celestino de Almeida, presidente da Assembleia Municipal, admitiu que a Mealhada “abriu a janela económica (do leitão) há muito mais tempo que Águeda”, mas felicitou “os restauradores, a ACOAG e a Câmara que estão a levantar a importância económica deste produto”.
A inauguração da 19ª. Festa do Leitão à Bairrada e da 15ª. Mostra de Artesanato e Gastronomia de Águeda contou com a presença das confrarias Sabores do Botaréu e das Almas Santas da Areosa e do Leitão, bem como da Tuna Musical Valonguense.

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