Águeda: Festa do Leitão à Bairrada em tempo de vacas magras!
A 18ª. Festa do Leitão à Bairrada e a 14ª. Mostra de Artesanato e Gastronomia de Águeda, organizadas pela ACOAG, com o apoio da Câmara Municipal, Cruz Vermelha e GICA, vão realizar-se de 7 a 11 de Setembro, no Largo 1º. de Maio/Botaréu.
José António Castilho, presidente da Associação Comercial de Águeda, admitiu, na apresentação do certame, que decorreu no dia 5 de Agosto, na Quinta do Louredo, em Paradela, que a organização da edição de 2011 “é a mais difícil dos últimos anos“. O dirigente referia-se, em concreto “às obras no Pavilhão do GICA, à redução drástica no apoio do município e à crise económica que vivemos“. “Ter estas fortes contrariedades era coisa que não nos passava pela cabeça“, disse. O líder da ACOAG, apesar de tudo, mostrou-se satisfeito com alguns apoios, dando ênfase aos patrocínios do sector empresarial local: “Foi no momento que mais precisamos, que a força das empresas de Águeda veio ao de cima“, revelou, reconhecido. Depois, voltado para o vice-presidente do município, Jorge Almeida, disse “compreender que a época que vivemos é de grande dificuldade“, mas constatou que “face à importância do evento, o apoio concedido foi manifestamente insuficiente“.
UM PERCURSO DE CRESCIMENTO
Jorge Almeida, acompanhado por Elsa Corga, João Clemente e Edson Santos, defendeu que “em Águeda há o melhor leitão do Mundo!“ e disse estarem “reunidas as condições para que a Festa do Leitão não tenha nenhum interregno no seu percurso de crescimento“. “Os tempos são de crise, económica e financeira, mas não são de crise de vontades“, observou Jorge Almeida, a finalizar, antes de ouvir, da parte de António Celestino de Almeida, presidente da Assembleia Municipal, que “o leitão é o manjar dos deuses, que começou por ir às romarias, em carros de bois“.
PALAVRA DE ÂNIMO À DIRECÇÃO DA ACOAG
Egberto da Silva Canas, vice-presidente da assembleia geral da ACOAG, deixou uma palavra “de ânimo à actual direcção“ da ACOAG, pelo “esforço que tem feito“, lembrando que “dezoito organizações já passaram e as primeiras foram bem mais difíceis“. Gil Abrantes (AG) e Alberto Marques (conselho fiscal), foram as ausências mais notadas.
1225 vezes lido
|