8660
SOBERANIA DO POVO entra hoje no 133º. ano de publicação. Pujante. Segura. Plural. Sem complexos que diminuam a autoridade e maturidade da sua opinião. Ao serviço de Águeda e das suas gentes, sem que dizer isto seja uma mera figura de retórica, ou forma fácil de iludir posições ou emoções. E realidades. 1 - Um jornal não mede o que vale pelo que dizem - ou sentem... - os seus directores, os seus colaboradores, ou os seus administradores. O seu capital maior, e decisivo, é a apreciação que dele fazem os leitores, a empatia que gera e multiplica na sociedade que transversalmente serve, apoia, valoriza e prestigia. 2 - SP cresceu já por três séculos, galvanizando-se na sua história, mas sempre compreendendo e assumindo o papel que, na memória de Águeda - principalmente nesta!!!, mas também na da região e na de Portugal!!! - tem como actor do desenvolvimento local. Um actor num palco maior, um palco de serviços, de causas, de futuro e de verdade. 3 - Águeda, que muitas vezes é madrasta para quem a serve, nem sempre compreende - e aceita - o papel delicado que a imprensa assume na denúncia de injustiças, na ampliação dos seus valores e méritos, no tratamento que dá aos seus momentos de glória, ou de tragédia. Porque, na avaliação que se faz do trabalho do jornalista e do jornal, sempre à frente se põem alguns interesses. Que nem sempre são os gerais. Os do colectivo. Ou os das minorias. 4 - SP, até por isso, sente-se feliz e realizada pelo trabalho que semana a semana, ao longo de 8660 edições e pelos 132 anos que agora se fecham, teve Águeda como primado das suas preocupações - Águeda defendendo e promovendo, Águeda amando e servindo, até ao risco de ser jornal mal-amado. 5 - SP, numa altura em que títulos abrem e fecham, como os ciclos das estações do ano, congratula-se por chegar ao dia de hoje - o primeiro do Ano 133 de publicação e de história. n CV
1936 vezes lido
|