Assim vai o país
Estamos perante um Estado centralista e socializante, que asfixia o desenvolvimento e favorece o clientelismo. O lamaçal político que vivemos é sujo, intrigador e instalou-se ao mais alto nível nesta irresponsável democracia portuguesa, onde o oportunismo mais impera. O governo que temos, que só tem desgovernado e mentido aos portugueses,vai insistindo em políticas insensatas, anti-sociais, ilusórias e contra os mais desfavorecidos. Só tem produzido mais pobreza, mais sofrimento nas famílias e mais revolta. Assim, neste rumo, a nossa credibilidade financeira externa, agudiza-se e empobrece mais os portugueses que trabalham e que já não podem dar mais ao país.
Falência das famílias
A falência de algumas famílias é evidente e já recorrem à sopa da sobrevivência pessoas que outrora viviam com alguma dignidade. E isto num país membro da União Europeia! A descrença com os politicos é total, a revolta é quase generalizada e o Fundo Monetário Internacional está aí à porta, a pedir contas dos milhões que entraram cá, destinados a criar estruturas produtivas e de competitividade, melhorar a agricultura, modernizar as empresas e criar postos de trabalho, melhorar a cultura, as pescas, evitando, assim, a desertificação do país. Chegou a hora difícil de nos interrogar-mos, como portugueses eleitores: Que país temos, que futuro para os nossos jovens, que caminho é este, que sociedade queremos construir? Já se tem posto e causa o Euro e a integração Europeia! As liberdades democráticas, só, não chegam; é preciso melhorar a qualidade de vida e o bem-estar dos portugueses, captando investimento estrangeiro e nacional, desburocratizando a justiça, tornando-a mais célere, exportando para competir com os novos países emergentes, que já estão a pôr em prática melhores políticas, aproveitando todos os recursos.
O défice externo
Portugal não pode ser o mendigo da Europa, só hospitaleiro e acolhedor, tem de marcar uma presença firma e forte com as políticas de Bruxelas, no espaço onde estamos inseridos, com um verdadeiro espirito de igualdade solidariedade polÍtica, mas também económica. O nosso défice externo já nos envergonha. O nosso défice externo já nos em vergonha, como país membro e soberano, e já está a pôr em causa o futuro dos nosso filhos e lançá-los para um novo surto de emigração e tantas vezes os mais competentes! Sempre na esperança de voltarem um dia ao seu país de oriegem. A emigração da minha geração foi sempre enganadacom promessas e agora, com esta política, voltam a ser enganados os nossos filhos com a desertificação do país e a falta de alternativas no mundo do trabalho. E pela ausência de condições nas suas terras de origem onde possam viver. Os políticos, com as suas más politicas foram sempre os maiores responsáveis. Talvez seja agora o melhor momento da repensarmos na regionalização do país, que este centralismo socialista não garante o futuro de Portugal e muito menos dá esperança aos portugueses. A Democracia é para continuar e a Europa dos valores e da tolerância é para construir-se, lutando sempre, pela liberdade e progresso e contra a pobreza.
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