O novo Governo é uma nova esperança
O adeus a Sócrates foi sem saudades nenhumas, pois era o governo das ilusões e dos interesses. Iludia os menos atentos, os mais incultos e os que se aproximavam da governação, para melhor conseguirem os objectivos económicos. Era um governo contrário ao desenvolvimento e bem-estar dos portugueses. Tinha, finalmente um rumo - o caminho do socialismo sem rosto, que beneficiava e enriquecia alguns, que não se preocupava com a melhor distribuição de riqueza e tinha desprezo total às questões sociais. Como foi possível um governo, que se dizia socialista e do povo, e com uma brilhante oratória, a começar pelo ex-1º. Ministro, aguentar-se tanto tempo a enganar o povo? Fez sofrer famílias portuguesas, sempre as mais desfavorecidas, e arrastou o país para o descrédito financeiro, com graves apreensões para os nossos filhos, que ficam hipotecados por muitos anos. Mas aquele ministro, sempre convicto, nada dialogante, não punha bem os pés no terreno e dizia sempre que estava no bom caminho! E o país a afundar-se cada vez mais. Não conhecia, verdadeiramente, o estado da Nação! Pouco dialogante, vivia teimosamente de convicções e ninguém mais tinha razão. Não deixou obra feita para o futuro do país em qualquer área, embora tentasse mexer com tudo e com todos, provocando revolta e a maior instabilidade. O país piorou na saúde, na educação, na segurança, na justiça, administração pública, nas pescas, e afectou a qualidade de vida dos idosos, cuja reforma mal chega para os medicamentos. Desprezou completamente a agricultura, as pequenas, médias e micro-empresas. Não criou confiança no investidor e a taxa de desemprego (12,4%) já é assustadora! Os jovens licenciados não têm qualquer saída e terão, assim, de ser os futuros emigrantes. E são os mais qualificados. A mudança era necessária e urgente, para abrir uma nova esperança aos portugueses. Com Sócrates, o nosso país não ia a lado nenhum, nem conseguia criar estruturas para o futuro. O novo governo que traga nova esperança e uma nova sensibilidade social e que se construa, definitivamente, o caminho do progresso e o bem-estar para os portugueses. n ANTÓNIO BALTAZAR
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