SP 8616
Águeda viveu fim-de-semana de emoções diversas: as interrogações da Assembleia Municipal, as picardias eleitorais dos compartes do Préstimo e o conhecimento da decisão do Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro sobre a eleição da tesoureira da Junta de Freguesia da Trofa. 1 - Um outro factor envolveu emoções e alguns medos: o temporal que se fez sentir e provocou diversos prejuízos - um pouco por todo o município. Por exemplo, com freguesias inteiras sem energia eléctrica um dia inteiro. Como se a EDP não tivesse de assumir as suas responsabilidades e ser rápida a resolver estas questões - pelo menos tão célere quanto é a cobrar. 2 - O que a Assembleia Municipal de Águeda deixou “escapar” foi a alguma dificuldade em o presidente da Câmara ser rápido e disponível para explicar o que se lhe pergunta - sendo o executivo, como é, transparente, tal qual se anunciou em 2005. Algumas perguntas ficaram sem resposta e outras foram atiradas para canto. 3 - As diferenças sobre a gestão dos baldios florestais do Préstimo estão plasmadas em lutas de anos, que continuam a custar a entender. Será que, todos querendo o melhor da freguesia, não serão capazes de se entenderem?! Como diria gente amiga, “isto que se passa agora, nem no tempo do Salazar”. E sei do que falo, pois tive de dar explicações jornalísticas sobre o que escrevi dos baldios do Préstimo e Talhadas, antes da revolução de Abril. 4 - O Tribunal Administrativo e Fiscal de Aveiro, que mandou repetir as eleições da Trofa, deu agora razão à da tesoureira. Poderá sobrar qualquer acto de recorrência (poderá...) mas quem está a perder é a freguesia. Desde Outubro! Seja lá quem for o culpado.
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