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8513

por Celestino Viegas em Maro 12,2008

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ÁGUEDA andou por aí em “recreio” escolar, a mandar bitaites sobre tudo e mais alguma coisa, a botar-abaixo e a votar para nada, a trocar epístolas entre presidenciais figuras e formar e reunir comissões e, um ano e tal depois, é o último município da região a ter a Carta Educativa. E, na verdade, ainda falta saber quando a terá. Às vezes, apetece ironizar com esta nossa gente eleita e perguntar-lhes por que, afinal, querem os votos e não cumprem as vontades prometidas. Até parece que andam por aí só para “empatar” as coisas!
1 - Não será fácil ao executivo municipal, neste caminho cada vez mais curto para as autárquicas de 2009, contentar os gregos e os troianos das freguesias rurais, no que concerne aos pólos educativos. Julgo que a estratégia seguida não foi a mais correcta, querendo a Câmara impôr o que a natureza democrática deveria ter levado, primeiro, à mesa das negociações. Agora, por mais prurido e floreado académico que se escreva em relatórios, os comissários pouco acrescentarão ao que todos sabem e a Câmara Municipal ficará sempre atada nas suas próprias promessas e (in)decisões.
2 - Fermentelos levanta-se de cuidados contra o assalto comum e  já se fala, de boca meia calada, no ELF - “exército de libertação” fermentelense, que, em tempos de revolução na rua, se assumiu nas noites para garantir a(s) sua(s) liberdade(s).  Sou de terra onde, em tempos, também se patrulhou a noite para garantir segurança. E todos nos lembramos das milícias populares que, em Serém, deram combate ao tráfico e à droga que consumia(e) os nossos jovens. Quando o Governo, almofadado na segurança dos seus guarda-costas, pensa e anuncia fecho de esquadras da PSP e postos da GNR, mostra que não conhece estes estados de alma que se vivem fora dos seus palácios, por este país fora, mesmo nas suas barbas de Lisboa.
3 - Misericórdia e Hospital entenderam-se quanto ao tráfego e estacionamento interno. Demorou mas chegou o entendimento. Já não era sem tempo. n CV


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