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A água está mais cara e sai, obviamente, dos bolsos de quem dela precisa e quem a paga - o consumidor. O eterno pagador. 1 - Consumidores, somos todos nós. Todos pagamos. A explicação oficial é que, até à constituição da intermunicipal AdRA, o fornecimento de água era subsidiado pelas Câmaras Municipais. Pois que fosse. Também as Câmaras vivem dos nossos impostos e não vejo que agora façam melhor que antes. E antes tinham a água, é verdade. E também o saneamento, a electricidade, as estradas, as escolas - e o mais que lhe compete. 2 - Quer isto dizer, em singela linguagem do povo, que pagamos duas vezes. Ou três. Ou as que calhar. E as Câmaras estão cheias de gente, muito mais gente que quando tinham a água, a electricidade e o saneamento - que agora não têm. Vá lá saber-se a razão. Se calhar, para combater a taxa de desemprego. 3 - A Junta de Freguesia de Valongo do Vouga “soltou os cavalos” contra a Câmara e, no falar quase vernáculo do seu presidente, nada melhor que chamar mentitoso ao “vice” da Câmara. Tal e qual. E este, verrinoso, a questionar a sanidade mental do autarca valonguense. Já chegámos aqui. Até onde iremos, ninguém sabe. 4 - A Misericórdia de Águeda apronta-se a melhor servir, anunciando obras no Lar e na Casa da Criança. Está certificada e sabe que, nos tempos que correm, tem de fazer mais, com menos. São instituições como a Santa Casa que fazem o mundo melhor e com menos dores. n CV
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