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A AdRA não abre mão das suas tabelas de preços e estriba-se numa explicação nua e crua: “Não podemos fazer nada. O aumento do custo da água e do saneamento resulta das tarifas que eram, em alguns casos, altamente subsidiadas pelas Câmaras Municipais”. 1 - A Câmara Municipal de Águeda confirma que, realmente, “havia subsídios não formais ao fornecimento de água”. Fica tudo explicado: o Estado, por via indirecta e através de uma empresa sua participada, descobriu outra forma de nos entrar objectivamente nos bolsos, cobrando mais receitas - as tarifas. Aumentou-as através da AdRA, participada pela Águas de Portugal (o próprio Estado...) e pelos municípios. E as autarquias, à boleia da intermunicipalidade e racionalidade de custos de investimento, dizem eles..., demitiram-se de uma obrigação social que vinha desde o tempo do chamado fascismo. Toma lá, zé povinho. Paga e cala-te! 2 - O tema vem a talho de foice para perguntar onde está a (in)cumprida promessa de termos água e saneamento em toda a terra de Águeda, pelos 2010 que passam. Um dia, Cristo há-de vir à Terra, para nos reensinar a ter fé e confiança na gente que se propõe servir o povo. E ao povo diz o que não cumpre! 3 - Macinhata e Valongo preparam-se para, a 31 de Julho próximo, inaugurarem os seus lares de idosos - obras nascidas do gigantismo social que a solidariedade aguedense tem espalhado e multiplicado pela comunidade. O “milagre” explica-se na partilha dos muitos dirigentes que, sem ganhar um tostão - antes muitas vezes abrindo os cordões às suas bolsas (quantas vezes magras...) - se dão a estas causas e nos apoios que empresas e cidadãos não negam. E, aqui, é justo sublinhar a disponibilidade da Camara Municipal de Águeda que, para este fim, sempre apoia as instituições, material e tecnicamente. Sem regatear! 4 - A Águeda melhor também se faz de campeões desportivos. E tem mais cinco campeões nacionais - em canoagem e trial. Aplausos para eles!! São a cara da Águeda de sucesso n CV
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