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O vandalismo chegou à coisa pública e o açude do rio Águeda foi serrado. Inoperacionalizado. Inutilizado. 1 - Não se sabe quem foi o autor da façanha. O autor, ou os autores. Não se sabe, é verdade, mas não terá sido gente diferente daquela que, pela calada da noite, às vezes até já descaradamente à luz o dia, ataca os bens privados, assaltando-os e roubando-os. 2 - Não se sabe quem é, mas não é novidade para ninguém que as leis “protegem” os vândalos e os assaltantes. Não é raro saber-se que, apresentados à justiça pelas polícias, são mandados para casa. O que é que se pode fazer a isto? Pouco mais que protestar. 3 - Águeda e Fundão evocaram Adolfo Portela. E tal e tanto merece (ou mais) este nome grande do aguedismo, que em SP foi mestre da palavra, da opinião e do sentimento, da cultura e da arte. E, como português e aguedense, um homem de causas. 4 - A AdRA veio dar explicações do que factura aos clientes e já deixou o sério aviso: os tarifários vão continuar a subir, nos próximos quatro anos. Portanto, o consumidor aprudente a sua tesouraria, para não se deixar fazer “caloteiro”. Ou, então, vá deixando de cozinhar, de tomar banho ou fazer as limpezas da casa. A água vai ficar ao preço do ouro. E o saneamento, idem, idem, aspas, aspas. 5 - A UBA está a levar a música às freguesias. O bom acto cultural também se dinamiza e multiplica nestas coisas tão simples e tão relevantes como é levar uma banda ao mundo rural. Sublinhe-se o empenho das bandas e das autarquias. 6 - Paradela apronta o fecho das obras de construção do centro social. Um novo Arco Íris se desenha no futuro das suas gentes. Palmas para os seus dirigentes. n CV
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