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O PSD de Águeda reuniu o seu estado-maior, para avaliar a sua política para o município e as consequências da indisciplina de voto de quatro dos seus presidentes de Junta de Freguesia. 1 - É bom sinal para Águeda saber que o principal partido da oposição se tirou das suas sossegadas tamanquinhas e vai mais para além das intervenções que um ou outro eleitos fazem na Assembleia Municipal. É bom saber que o partido pensa Águeda, não a deixando orfã de opinião e de combate - do combate político que tanto tem faltado na sociedade gestora da coisa pública. 2 - A (in)disciplina de voto partidário é pau de vários bicos. O presidente de Junta, por muito amante que seja do partido que o propôs e elegeu, dificilmente resiste à tentação de o “trair” - se em causa estiver o interesse da sua freguesia. Quando estiver a obra por fazer, o planeamento por concretizar, ou a promessa por cumprir. 3 - O PSD de Águeda, órfão do poder pelos cinco anos que passaram e outros que hão-de vir, bem que deve começar a preparar-se para mais eventuais “independências” políticas - caso não consiga estimular, valorizar e disciplinar os seus eleitos, moralizando a coisa e a causa públicas. 4 - A Junta de Freguesia de Valongo do Vouga “rasgou” o contrato com a AdRA, não se sujeitando à exorbitância dos custos da água e do saneamento que a monopolista distribuidora pratica. E que custam os olhos da cara aos contribuintes. Quantas mais rasgadelas se seguirão, é que não se sabe. 5 - O Rancho Regional do Cabo, de Assequins, é o mais antigo de Águeda e rejuvenesce-se. Comemora 63 anos e desafia o futuro, sempre se assumindo como agente cultural de Águeda e da região. Parabéns! n CV
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