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A Comissão Política Concelhia do PSD tem nas mãos uma questão delicada: conter a pré-rebelião de alguns dos seus presidentes de Junta de Freguesia. 1 - A questão não é tão dispicienda quanto se julga. E não a dê de barato quem a tem de analisar e, por ela, decidir e esfriar os ânimos dos desalinhados e outros que lhe estarão próximos. É que uma decisão menos ponderada pode levar ao “exôdo” de mais alguns eleitos, descontentes com as mãos vazias que têm para governar e o (não) apoio do partido. E lá se irá de vela a “maioria” que o PSD poderá formar com o CDS/PP. 2 - Isto é: de partido liderante da vida política de Águeda, durante 29 anos do Poder Local - e pouco mais de cinco depois de perder a Câmara... - o PSD corre o risco de se marginalizar e fragilizar a sua influência na vida pública concelhia. Com o PS a bater palmas e a esfregar as mãos de contente. E as listas independentes a “engrossarem” o seu número de eleitos. 3 - As muito efectivas e afectivas relações institucionais e operacionais da Câmara Municipal com a d´Orfeu estão mais distantes. E esfriaram. Alguns protocolos faleceram e no “palco” cultural surge a Com.Cenas. Quais serão as cenas dos próximos capítulos culturais de Águeda? 4 - Os idosos são esquecidos e abandonados. O Estado-social que nos impingiram anos seguidos, afinal, deixa-os morrer em casa. E sós. E, aos mais desprotegidos, a alguns..., tirou- -lhes o transporte para o tratamento que lhes aguenta o fio de vida. Não sei se é para isto que os nossos salários e rendimentos são tributados. Ou se é mais pata alimentar os boys e as girls que se prebendam na mesa do Orçamento do Estado. n CV
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