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O ano de 2011 fica para trás das costas, sem saudades. Os portugueses sofreram muitos amargos de boca e de bolsa e não têm coisas boas para recordar. O ano de 2012 não será melhor. 1- O ano novo, na verdade, abre portas e sem melhores esperanças. Trará muitas tormentas e desilusões, que confirmarão os maus augúrios que cada português, cada família, cada instituição, cada empresa, já sentem no dia-a-dia. O país que andou em obras excessivas e, quiçá, desnecessárias, está embargado. As consequências são óbvias, espantando muito que, quem governou, e governa, as não tenha antevisto, para as evitar. 2 - O país que deixou de ter agricultura e pescas (para poder comer, sem tanto ter de importar); que pôs cimento e alcatrão a duplicar estradas e auto- -estradas; que se deixou “embriagar” pelos milhões e milhões de euros e não cuidou do futuro, está agora cheio de dívidas, que não sabe como pagar. E vende os seus melhores anéis (a EDP e PT, ambas dominadas pelo capital estrangeiro...), para se continuar a iludir. 3 - A Câmara de Águeda não esteve com meias medidas e, em período de magras vacas, orçamentou mais de 52 milhões de euros para 2012. O maior valor de sempre! Lá saberá como alimentar a tesouraria para tanta ambição. Daqui por um ano, se verá melhor quanto vale(u) essa ousadia. 4 - Á-dos-Ferreiros fez o milagre e concluiu o centro social da Associação Senhora da Esperança, em freguesia (Préstimo) de muitas carências sociais, mas onde a solidariedade não é vã palavra e acto ausente. Merece farto aplauso a corajosa gente que a tal ousou n CV
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