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Os Bombeiros Voluntários de Águeda, estão em ano diamantino e assumiram, em festa de gala, quanto significam e valem para a comunidade aguedense e regional. Também nacional. 1 - A bravura e desprendimento destes homens e mulheres que voluntariamente se dão em vida para ajudar o próximo, merecem muito mais que o olhar da simples e atenta curiosidade de os ver desfilar, garbosos. Ou de os saber, bravos, destemidos e solidários, a combater chamas que ameaçam bens e vidas; a salvar quem se naufraga, a dar a mão a quem precisa. 2 - Justo é sublinhar, sem lisonja fácil, o papel determinado e determinante - e quantas vezes ignorado e até mal-tratado - dos dirigentes das Associações de Bombeiros Voluntários. Citamos os de Águeda, aqui mais próximos dos nossos afectos e admiração. Mas, neles, junta-ríamos todos os que, generosamente, dão o seu tempo e competência para melhor servir os Bombeiros de Portugal. 3 - Valongo do Vouga queixa-se da indiferença da EDP - sua fornecedora de energia elctrica mas que, só em 2009, teve 28 cortes - em 11 dias diferentes. As empresas públicas, alegadamente, são para servir bem. Mas algumas, de barriga cheia e tabela de preços para vender ao seu bel-prazer, pouco se incomodam com a plebe que sofre - distante dos seus cadeirões almofadados de Lisboa. E ninguém as põe na ordem? Podem elas continuar a fazer o que querem e lhes apetece? 4 - A Banda Castanheirense fez 113 anos (página 8) e mantem vivo o sonho da sua nova sede. Será obra giganteca para a sua geração de dirigentes. Mas a gente da serra, que há 113 anos semeia cultura na sua banda, sabe que o dia irá chegar. Assim avancem e colham ajudas. 5 - A solidaredade social (página 7) ganhou mais dois pontos de apoio em Águeda: Borralha e Recardães. Assim se fará uma sociedade melhor e mais justa - ajudando os que mais precisam. n CV
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