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Águeda entrou em maré de festas, depois da campanha política que encheu semanas de promessas - que certamente ficarão por cumprir. 1 - Barrô e a ABARCA prestam homenagem ao homem que o povo fez comendador, sem esperar as prebendas da classe política, quantas vezes injustas, despropositadas e nada valorizadoras. António Soares de Almeida Roque vai ficar na memória da terra onde nasceu, por vontade dos homens e justiça inquestionável. O seu nome será, para sempre, nome do Centro Social da ABARCA. 2 - O Orfeão comemorou 95 anos e, a cinco do centenário, bem se pode dizer que está forte, seguro e sem medos de olhar o futuro. As glórias e tragédias da sua história refundaram e requalificaram a sua vitalidade, fazendo-o, sempre e bem, uma das bandeiras da cultura de Águeda, até para lá das fronteiras de Portugal. 3 - Valongo do Vouga é vila há dois anos e comemora o facto, com festas populares. Pena é que, no rol dos seus desejos, continuem o pavilhão e piscina por concluir. E 30% da rede de saneamento, falando só das aldeias mais povoadas e centralizadas. Para ser vila mais urbana! 4 - Belazaima do Chão vestiu “fato de ver a Deus” para a VINIZAIMA 2011, mostrando o melhor da sua economia e cultura. As associações deram mão e afirmaram a freguesia serrana. Como sempre! 5 - Os Bombeiros Voluntários de Águeda evocaram os mortos do incêndio-tragédia de 1986. Já lá vão 25 anos e ainda hoje, como então e ao vivo na serra da Castanheira, se sente o cheiro da morte e a dor do luto pelos 16 homens que perderam a vida. 13, eram bombeiros, homens que deram a vida para salvar bens e vidas alheias. Deram o melhor que tinham! n CV
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