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A Cruz Vermelha de Águeda vai fazer a festa dos seus 33 anos e ninguém tem dúvidas do que a sociedade lhe deve. Pelo seu voluntariado, pelos serviços que presta, pelo apoio que dá aos que mais precisam e que, quantas vezes sem darmos por eles, são marginalizados pela sociedade. Que somos nós. 1 - Há 33 anos, o espírito solidário e de partilha do então Núcleo que se fez Delegação, teve Sebastião Lobo e Arménio Costa como suportes do corpo solidário que levedou até hoje. Muita gente por lá passou. Lembremo-nos de José Maria Marques e cheguemos ao actual responsável - César Marques. E, neles, todos quantos, sempre solidários e sem pedir qualquer troco, deram o seu melhor para que a sociedade seja menos assimétrica e mais feliz. 2 - A Sociedade Recreativa e Musicoa12 de Abril, de Travassô, fecha 85 anos de uma história que prestigia a freguesia e toda a comunidade cultural da região. Prestígio que, de resto, já ultrapassou as fronteiras de Portugal - chegando, por exemplo, a Espanha, ao Brasil e aos Estados Unidos. Isto já seria muito. E é!!! Mas a 12 de Abril, fazendo a sua história, evoca Ana Paula Silva e Maria Antónia Roque - duas mulheres que são referências de hoje para a sua memória futura. É assim que se prolongam as instituições. Assumindo referências. 3 - Há gente que sofre. Gente margibalizada e esquecida pela sociedade egoísta e materalizada que vivemos. O Centro Social e Paroquial de Recardães “dá a mão” às mulheres em risco. Dá- -lhes oportunidade. Belo exemplo. 4 - Os cemitérios tornaram-se alvo apetecido de marginais que já nem respeitam estes campos sagrados das nossas memórias. Assaltam, roubam, vandalizam e não se sabe o que façam as autoridades. Até quando? n CV
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