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O povo escolheu, está escolhido: Águeda já sabe com quem vai contar nos próximos quatro anos de legislatura autárquica. As sinergias que tão generosamente se exibiram nestes dias de festa eleitoral, entretanto, não devem ser perdidas nos próximos tempos, por vencedores e vencidos - pois Águeda precisa de gente que se dê e não apenas que palre e ande entretida com o folclore de campanhas. 1 - A segurança na cidade bem podia ter sido um tema forte nas autárquicas de agora. Não foi. Não foi e a verdade é que passam os dias, os meses, os anos, e, preocupantemente, medra a insegurança, repetem-se os assaltos e já há famílias com medo de deixar ir os seus filhos pelos caminhos das escolas. Assim, onde iremos chegar? 2 - A Banda Marcial de Fermentelos é “velha” de 141 anos, mas não perde o vigor da juventude e o viço do talento que a tornam reputada e admirada, nacional e internacionalmente. E tem memória! Memória que ainda agora tornou viva, imortalizando dois homens que a vida levou e lhe deram tempo, sabedoria e generosidade: Ulisses Carvalho e Adolfo Roque. A história faz-se de memórias, não é por acaso que uma instituição, sempre garbosa e prestigiada, chega tão jovem aos seus 141 anos. 3 - A Associação Desportiva e Cultural de Jafafe é bem mais nova: 22 anos. Mas não lhe faltou arrojo para, sem grandes meios e em comunidade tão pequena, erguer a obra que é a sede social e o pavilhão. É com gente desta estirpe que se faz o mundo melhor. 4 - Os surdos lutam por mais apoios, que lhe são regateados por quem, no poder, gasta milhões tantas vezes em coisas supérfluas. O congresso nacional pede (não exige) que se lhes dê mais atenção e Águeda lá está nessa luta desigual, que quer tornar os não ouvintes mais iguais. Sinal + para a ACSA
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