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Águeda viveu mais uma semana de emoções plurais: um assalto a um banco e um outro a um grupo folclórico, a tragédia de mais uma morte por acidente, agressões domésticas e a dupla inauguração de Ois da Ribeira - o Centro Social da ARCOR e da sede da Junta de Freguesia. 1- Avise-se o leitor que sou manifestamente suspeito, quanto a esta parte, pois fui (sou) parte da epopeica causa ribeirense, que matiza a minha geração para o futuro. Diria alguém, por aí, que “a festa foi linda, pá!...”. E eu também acho. Mas fico-me por aqui, nesta página de orgulho histórico da terra onde nasci, endireitei os meus primeiros passos e senti os primeiros cheiros da vida. E onde vivo. 2 - Assaltos a bancos, valha a verdade, nem é coisa muito vulgar por Águeda. Lembro-me de dois ou três! Mas também acontecem. Assaltar a sede de um grupo folcórico (página 18) é que, valha a verdade, não é normal e muito menos curial. Assaltos de rua também de tornam “normais”. Infelizmente! Um dia destes, desculpem lá o exagero, temos de andar com seguranças atrás de nós. Isto quer dizer, na prática, o que toda a gente repete: estamos cada vez mais inseguros e quem devia intervir, assobia para o lado. 3 - As grandes surpresas das próximas eleições autárquicas, não são... surpresa nenhuma. Os nomes dos candidatos vão repetir-se quase a papel químico, as ideias, pois, não vão mudar coisa que se veja, o que equivale a dizer que vamos continuar mais ou menos na mesma. Deus queira - e os futuros eleitos... - que não como a lesma. n CV
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