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O Préstimo volta a ferver de dúvidas e divisões, com grupos a lutarem pela “posse” da terra florestal que à sua gente dá riqueza e futuro. 1 - A “luta” que antigamente era contra os Serviços Florestais e o Estado, é agora entre pares da freguesia - que deviam era dar as mãos e entenderem-se, para semearem o progresso e o desenvolvimento da freguesia. Que tanto dele precisa! Mas não é assim e, antes - com ou sem culpas próprias - se dividem por uma causa que os devia unir. O Préstimo e o futuro merecem - e exigem!!! - esse dar de mãos, dar de mãos pela pacificação da comunidade. Nem tudo de resolve em tribunais. Muitas vezes, basta que as pessoas se cuidem de partilhar projectos e não alimentem tantos ódios. 2 - A novela eleitoral da Trofa vai continuar. Ora porque assim, ora porque assado, a verdade é que os eleitos que se propuseram servir o povo contribuinte continuam desavindos. Uma boa conversa, uma boa dose de humildade, um pensar amadurecido para o futuro, talvez resolvesse o problema. Até porque, a mal ou a bem, com ou sem tribunais, os eleitos do poder local trofense vão ter de se entender. A isso estão “condenados”. 3 - Espinhel “remodelou” a Mesa da Assembleia de Freguesia e sobraram remoques e indisposições para o rescaldo da refrega eleitoral. Tanta crítica e instintiva animosidade nem parece parida da mesma gente que se propõe servir e, afinal e ao que mais parece, quer reinar a dividir e a apontar dedos. 4 - O combate às lixeiras clandestinas foi assumido pela Câmara Municipal de Águeda. Que já limpou algumas. Bom seria, dizemos nós, que os seus serviços de fiscalização “apertassem os calos” aos infractores e os fizessem pagar os custos da limpeza e da infestação de solos, sub-solos e linhas de água. Com multas e educação ambiental obrigatória. Águeda seria mais linda! - CV
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