REDES HIPER E O PÚBLICO
A rede de hipers presta hoje um relevante serviço de abas-tecimento público de bens à população portuguesa.
Este reconhecimento não in-valida a prestação de um mau trabalho de muitos dos seus servidores. Sabemos que, ao fim de 6 meses, muitos terminam os seus contratos, vão para o desemprego e até estão dese-josos que chegue esse dia para receberem o subsidio. Sem nada fazer. Muitos destes servidores não deveriam estar mais de dois a três meses, porque a sua capacidade e zelo são tão baixos, que enervam os clientes que atendem. Mas isto não e só nas caixas, e mesmo nos restantes serviços, como de peixaria, talho, informações, etc. Não sei se, em todos os Hipers, os trabalhadores trazem batas iguais e uma etiqueta com o seu nome. Se o não trazem, isso deveria suceder. E ainda mais! A informação onde está o livro de reclamações, para quem se serve poder fazer as suas reclamações ou até sugestões, porque estou certo que uma boa parte dos maus préstimos é devido a uma fraca informação interna e constante correcção ou fisca-lisação de colegas responsáveis. Também há uma falta de informação. Entendo que de-veria haver, em todas as entradas, a indicação do número das estantes onde estão certos produtos, e não, por vezes, estantes diferentes com o mesmo artigo e preços dispares. Os Hipers prestam um relevante serviço ao consumo, mas há necessidade de neles se exercer um maior acompanhamento ao pessoal que serve, porque sem comunicação, não pode prestar-se um correcto servir a quem os procura.
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