Um ano depois, na rua do calendário
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Um ano depois voltámos à rua “limite de freguesia”, ali na fronteira entre Barrô e Aguada de Cima, muito próxima da estrada nacional e acesso único a várias unidades industriais. Levantada que foi aqui, nessa altura, o retrato do estado lamentável deste “caminho”, mais próprio de um troço da pista internacional de motocross do Casarão, sempre tínhamos a esperança de que alguma coisa, nestes 12 meses, tinha mudado, beneficiando as largas dezenas de pessoas que diariamente lá trabalham e até melhorando, dessa forma, a imagem pública das condições e infraestruturas, infelizmente existentes, em algumas zonas empresariais da nossa terra. Ainda por cima, 2013 era ano de eleições autárquicas, tradicionalmente marcadas, na nossa jovem democracia, pela realização de obras de última hora e à “boca da urna”! Afinal, a “rua limite de freguesia” está na mesma, diariamente continua a martirizar quem nela circula e injustamente penaliza empresários e trabalhadores, pagadores de impostos como os outros, mas abandonados há dezenas de anos por um poder local mais viciado em discurso de palanque e menos atento, tantas vezes, às condições do mundo do trabalho. Questionadas sobre a “manutenção” deste autêntico calvário, resta-nos a consolação de termos merecido célere resposta da Câmara de Águeda, Junta de Freguesia de Barrô e Aguada de Cima, prometendo por, escrito, arregaçar as mangas e, em conjunto, realizar a obra merecida e esperada há tantos anos. Oxalá assim seja, neste tempo e nestes dias de hoje, porque, valendo a pena remarmos todos contra a maré e a adversidade, se torna essencial que o poder local e os seus órgãos eleitos, não adormeçam nunca, mas sejam capazes de dar exemplo público na resolução e criação de condições de melhor vida e trabalho para as suas comunidades. Bom Ano Beatriz e também aos nossos estimados leitores! n JNS
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