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MORRER POR PRAZER

por Manuel José Homem Mello em Janeiro 03,2008

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A lista interminável de vítimas assassinadas devido à actividade política a que se dedicavam, continua a aumentar, não direi exponencialmente mas significativamente. E, ao invés do que de relance poderá parecer, não é apenas nos países tidos por menos civilizados (?) ou subdesenvolvidos que acontecem, a cada passo esses actos, de barbarismo.
Agora acaba de tombar Benazir Bhutto.  

Coitada, dirão alguns, vítima do fanatismo islâmico que impera no Paquistão… Mera aparência. Se refrescarmos a memória e sem preocupação enciclopédica ou de tempos recuados, logo nos daremos conta de que, a começar por este país com fama de brandos costumes, foram assassinados o rei D. Carlos e seu filho príncipe herdeiro, o presidente do governo António Granjo, um dos fundadores da República (Machado Santos) e o presidente Sidónio Pais. E Salazar escapou por pouco a um atentado bombista.
Se ultrapassarmos a fronteira - sem incursões históricas - encontraremos facilmente os nomes de tantos e tantos que também não escaparam com vida devido à actividade política a que se dedicavam: Abraam Lincoln, John Kennedy e seu irmão Robert, Luther King, Indira Ghandi (bem como o filho e o próprio Mahatma, pai da Independência do Industão), Ali Buto (pai de Benazir), Leon Trotsky, Lavrentin Béria, Sadat, Eduardo Mondlane, José António Primo de Rivera, Sadam Hussein, Adolfo Hitler, Benito Mussolini. Por um triz, não morreu Charles De Gaule, vítima de vários atentados. Lista infindável…, elaborada ao correr da pena e ao fluir da memória.    
Fazer política tornou-se a via mais certa para a morte violenta, mais perigosa - em termos proporcionais - do que andar de automóvel !... E, todavia, não há nenhum cargo em nenhum país  que não tenha  a cobiçá- -lo um sem número de candidatos !  Experimentem matar o 1º. Ministro do Iraque, por exemplo, e contem quantos sucessores logo aparecerão.
Faz lembrar o aviso obrigatoriamente aposto no maços de tabaco - FUMAR MATA - e, todavia, são cada vez mais o número dos fumadores viciados. Como deve ser bom morrer politicamente assassinado!

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