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SP 8520

por Celestino Viegas em Abril 29,2008

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Abril trouxe festa e desilusões. Mais ou menos abertamente, alguns actores da vida política denunciaram esmorecimentos quanto às virtudes e pecados dos poderes instituídos e à forma como são exercidos.
1 - Abril trouxe a virtude vivida da democracia, a moralidade social e a igualdade de tratamento e acesso aos bens e meios públicas. Mas quando ouvimos e lemos os actores do feito memorável que foi o 25A/74 a reclamarem dos caminhos seguidos, devemos interrogar-nos sobre como vai o país. Como está e como vai estar.
A maior parte dos que, hoje, ocupam funções do poder eleito - seja local, regional ou nacional - não faz ideia do que era Portugal. E não quer saber, prebendados que se sentem em mordomias e poderes que iludem a razão e o mérito.
Os resultados da sondagem que o Presidente Cavaco Silva aludiu nas comemorações do 25 de Abril são um indicador preocupante: os portugueses mais jovens não ligam à política, não querem saber dela e pouco se incomodam com o que, mal ou bem, façam os seus actores. Não se revêem no autoritarismo de uns, na incompetência de uns quantos ou no oportunismo de aqueloutros. Ignoram a política, pura e simplesmente.
2 - Águeda festejou Abril com discursos de circunstância e festa de rua, a que o povo pouca importância deu. As duas centenas de pessoas que acorreram à Praça do Município para ver o Abril festivo, mesmo essas, estão mais preocupados com o desemprego e as dívidas com a compra da casa, a educação dos filhos, a saúde que cada vez mais pagam mais cara e a insegurança que cresce nas nossas ruas. Com a degradação de um ensino que não ensina e é “discutido” em manifestações pelo país inteiro. E também indignados com as prebendas da dúzia de privilegiados que usam o poder como meta de interesses longe de serem os gerais.
3 - Águeda lembrou a história do Poder Local, em exposição que, nos Paços do Con-celho, fez memória de uns quantos que, desde as primeiras eleições autárquicas, serviram generosamente a pátria municipal, sem cuidar de saber do que receberiam das mãos abertas do erário público. As escolas de política local, se existissem, deveriam apontar essas virtudes e, nunca, exaltar os proveitos que a política hoje dá, a tantos que a exercem como profissão e fonte de rendimento. Porque não sabem fazer mais nada.
4 - A escola de hoje pode “medir-se” pelo que, recentemente, disse uma dirigente associativa de estudantes: “Estou aqui, porque quero seguir a política!...”. Olhem lá se “sonha” servir causas e o bem público!
5 - A Águeda desportiva está em grande. Sobem o Recreio e a LAAC, o GICA organizou o Mundial de Motocross, temos campeões nacionais de várias modalidades e atletas em selecções nacionais. É este o Abril de vitórias, que deveria ser alargado a todos os outros sectores!

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