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Águeda anda nas boas “bocas” do mundo, por causa da Festa do Leitão à Bairrada. É um bom motivo: a iguaria é boa, muito boa, e os prazeres da boca ajudam a resolver muitos problemas. 1 - Há 17 anos, em 1994, seria impensável que o certame atingisse esta dimensão, entretanto copiada pelos arredores. E o prestígio que capitaliza para Águeda e para a sua cada vez mais magra economia. E alguém se lembra da ideia fundadora? Lembramos nós: era a direcção de Gil Abrantes, na ACOAG. ACOAG que, com menos apoios que ontem, a continua a organizar. 2 - E será, a propósito, que Águeda está preparada para encarar a crise que leveda nas nossas vidas? Empresários industriais e comerciantes temem o futuro e não menos preocupado está o movimento sindical. Mas como se diz que os portugueses são mais audazes quando têm os “calos apertados”, vamos confiar. A crise será vencida! 3 - O decréscimo do desemprego, embora tímido, é um bom indicador da vida económica de Águeda. Quer isto dizer que, de mangas arregaçadas e arriscando o seu património, os seus empresários não viram a cara e os investimentos aos desafios e à crise em que nos lançou muita gente irresponsável e desmazelada n CV
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