SP 8864
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O ano de 2014 vai ficar para trás das costas, sem deixar saudades. É já amanhã e os portugueses vão lembrar-se é do que sofreram, dos amargos de boca e de bolsa que sentiram e não terão coisas boas para recordar. O ano de 2015 não será melhor. 1 - O ano novo, na verdade, abre portas com a memória fresca dos escândalos da vida pública - os vistos gold, o BES, a prisão de um ex-1º. ministro, só para falar de alguns... - e sem melhores esperanças, apesar das mil promessas que fazem chegar ao altar das nossas esperanças. 2 - O ano trará muitas tormentas e desilusões, que confirmarão os maus augúrios que cada português, cada família, cada instituição, cada empresa, sentem no dia a dia, desde há anos. O país que andou em obras excessivas e, quiçá, desnecessárias, está embargado. As consequências são óbvias, espantando muito que, quem governou, e governa, as não tenha antevisto, para as evitar. 3 - O país que deixou de ter agricultura e pescas (para poder comer, sem tanto ter de importar); que despejou cimento e alcatrão a duplicar estradas e auto-estradas; que se deixou “embriagar” pelos milhões e milhões de euros que foi recebendo e malbaratando (quantas vezes!), esse país não cuidou do futuro e está cheio de dívidas, que não sabe como pagar. Se pagar! É este país de ilusões e de muitas mentiras que nos espera em 2015. 4 - A EEE é a melhor empresa portuguesa do sector eléctrico, emprega 230 trabalhadores, exporta para 25 países e factura 16 milhões. Bons exemplos, tem Águeda. Como esta Empresa de Equipamento Eléctrico. 5 - O Governo concordou em construir o novo quartel da GNR de Arrancada. O Secretário de Estado da tutela deu-lhe prioridade. Surpreendentemente, o mesmo governante deu o dito por não dito e o aquartelamento está em marcha-atrás. Sem prioridade. Vá lá a gente entender esta gente que nos (des)governa. - CV
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