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Ao governo, foi uma TSU que lhe deu. Até os senhores Conselheiros de Estado botaram opinião e... lá se foi o vírus tsumânico, forçando o fragilizado magistério ministerial a “engolir o sapo” que nos quis meter no bolso. 1 - Diríamos, porém, que, afinal, não será tanto assim. Na verdade, o governo não nos “saca” com a TSU, mas congemina lixar-nos no IRS, outros impostos e subsídios. E no mais que for preciso, para se orçamentar. Quer é aguentar-se no poder. 2 - Podia o governo, por exemplo, acabar de vez com a quantidade preocupante daqueles que se habituaram a comer do Orçamento do Estado, sem nada lhe dar em troco. E não falamos só dos grandes grupos económicos, sejam eles quais forem e tenham as PPP que tiverem. Nem dos que se travestem de políticos e do Estado recebem prebendas imorais. Ou dos que, à sua volta, são secretários, assessores, chefes de gabinetes e beneficiários de outras ocupações que os fazem “herdeiros” do Estado. Falamos dos muitos que se habituaram a receber apoios que os tornaram ainda mais gulosos e malandros. Isto é: os socialmente subsidiados, que comem do Estado e se recusam a trabalhar - porque recebem sem o fazer. 3 - O desemprego cresce em Águeda. As empresas e lojas fecham. Há gente a não honrar compromissos, sem dinheiro para a farmácia e a mercearia, para a escola dos filhos ou a renda da casa. Quem devia olhar por estas coisas anda cego, porventura; e surdo e mudo. Muito do dinheiro que deveria ser investido na criação de riqueza é distribuído em forma de esmola social. O amanhã não será fácil. * CV
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