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Águeda “comprou” mais uma “guerra”, não a das SCUTs, pois nem AE vamos ter para Aveiro, mas a da tourada à portuguesa - que muita gente questiona, por ser contra os direitos dos animais. 1 - Apenas vi duas touradas na minha vida - e não foi a de Águeda... - pelo que estou à vontade nesta história. Tourear e lidar é contra os direitos dos animais? Será!!! E não é contra os direitos do homem (e da mulher) impingirem-nos impostos atrás de impostos, sem perguntarem pelo nosso direito à dignidade, à qualidade de vida, ao mínimo essencial que fará jus a quem trabalha, cumpre as leis do Estado e se vê, de repente, fragilizado pelos rendimentos que o mesmo Estado furta, através de decretos-lei cozinhados nos seus almofadados gabinetes, de um dia para o outro? 2 - Não vou ser eu quem, aqui ou noutro sítio, alguma vez questionará os direitos dos animais: os dos touros (das touradas), os dos cães e dos gatos abandonados, os de qualquer outro irracional que os homens castrem e limitem. Mas ao menos que o Estado respeite a condição humana dos seus cidadãos. É o mínimo que pode fazer. E não faz. No essencial, não passamos de animais (sem estimação) que não tem liga que nos defenda. Nem o Estado é nosso amigo. Rouba-nos! 3 - O pagamento das SCUTs nem deve surpreender ninguém. Foi anunciado no Governo de António Guterres - como exemplo de investimento estatal (suportado nos privados) - e, na altura, ninguém se opôs. Nem sei bem porque aparecem agora algumas virgens surpreendidas, arvoradas em defensoras da carteira do povo que paga(rá) as portagens. Ao tempo, ficaram caladinhas que nem ratas. Agora, é só mais um imposto. Só mais um!!! - de um governo que garantiu não aumentar impostos. Mentiu!!! Ora bolas!!! n CV
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