As cheias do Águeda e a Câmara
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O rio Águeda voltou a sair das suas margens e uma cheia de respeito silenciou a política camarária, colocando, de novo e infelizmente, na ordem do dia, a urgência na concretização das obras de regularização do seu caudal. Canal secundário na várzea e barragem da Redonda (Castanheira do Vouga) são peças essenciais à boa paz nas águas do Botaréu, mas os projectos não saem do papel, as explicações só convencem os distraídos e Águeda continua a abrir os telejornais de galochas e barcos de borracha dos Bombeiros na Rua de Baixo! Ora, uma política camarária atenta tinha por obrigação começar por executar o “canal secundário”, logo que as verbas do QREN (no primeiro mandato deste executivo) lhe foram atribuídas e não entregar a barragem da Redonda aos cuidados de entidades que pouco tem a ver com a nossa terra. Isto, já para não falar do processo de emparcelamento da várzea, com projectos de execução aprovados, mas que dorme “o sono dos justos” nas gavetas do ministério da Agricultura. Em tempo de tanta água e quando se anunciam no concelho várias reuniões políticas à volta das próximas eleições autárquicas, seria bom que os políticos locais aprendessem a cumprir o que prometem. E, por outro lado, o povo vota, mas não obriga ninguém a “sofrer” até ao fim do mandato! Não é, Beatriz? n JNS
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