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1. LIMITAR OU NÃO? - 2. PARABÉNS

por Manuel José Homem Mello em Dezembro 19,2007

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Reconheço que o tema é melindroso e polémico, portanto difícil de abordar. Acresce que eu próprio não tenho certezas, embora possua convicções. E, ainda por cima, estou, com falta de tempo, esta semana, para tentar escrever pouco, dizendo o bastante…
Estou a querer referir-me à necessidade, ou conveniência, de se encontrar uma fórmula capaz de evitar o excesso de riqueza que alguns estão acumulando sem rei nem roque.
Aqui há dias li numa revista qualquer uma pequena nota que chamava a atenção dos leitores para o lucro auferido, em pouco mais de escassíssimos dias, por um Cresus da nossa praça, lucro esse que ascenderia a mais de 500 MILHÕES DE EUROS, através de uma operação bolsista.
Eu sei que a lei do mercado não deverá conduzir, aplicada na sua pureza, a limitações susceptíveis de porem em causa a liberdade comercial. Mas sei, também, que os excessos podem conduzir a situações de que resultem consequências radicais.
A verdade é que, na gestão das sociedades humanas, a limitação do que parece excessivo ou nocivo é indispensável. Desde a limitação da velocidade rodoviária, até à lei da concorrência e à regularização das tendências monopolistas, raras são as facetas da vida social que não apresentam limitações. Permitir, por exemplo, que um ricaço qualquer se torne proprietário de uma herdade com 200 ou 300 mil hectares, não é aceitável. Consentir que um investidor, seja ele quem seja, adquira todas as acções de toda a banca privada ou a propriedade da maior parte dos órgãos de comunicação social de um determinado país, acabaria por ser contraproducente, provocando, mais cedo ou mais tarde, reacções de inconformismo susceptíveis de atiçarem labaredas revolucionárias que tentem ”equilibrar”, por outra via, os desequilíbrios acima indicados a título meramente exemplificativo.   
Na realidade, se há limites para quase tudo, porque não os há-de haver para a riqueza?! Como o leitor já terá verificado, o tema é aliciante. E merece ser retomado e aprofundado. Mas, hoje ficaremos por aqui.
2 - Faltaria a um dever de cidadania se aqui não deixasse, nem que fossem meia dúzia de linhas, um aceno bem positivo ao apreciável trabalho do Primeiro Ministro e seus colaboradores, levado a cabo na condução da presidência semestral da União Europeia.
À excepção do caso  Mugabe e, porventura, de um ou  outro mais, tudo foi perfeito. Não é só José Sócrates e “sus muchachos” que estão de parabéns. É igualmente Portugal e -porque não dizê-lo ? - a própria União Europeia. Como diria Herculano: Senhores, Europa temos. Não cabe aqui outra opção !

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