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Um abraço dr. Medina Carreira!

por Luisa (dra) Mello em Fevereiro 18,2010

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“O que é vivido pelos cidadãos não pode ser iludido pelos agentes políticos. Quando a realidade se impõe como uma evidência não há forma de a contornar”
(Cavaco Silva - 5-10-08)

n  Não me recordo de momento quem foi o autor da frase "podem enganar-se alguns durante algum tempo; não se pode é enganar todos o tempo todo". Nada mais certo! Tomando para mim esta afirmação, como verdadeira, é uma questão de esperar que ela se aplique ao cidadão Sócrates. Pelo menos que alguns "crentes" de boa fé - não os enfeudados e bem instalados, que esses fazem parte da comandita - descubram no meio do cotão acumulado debaixo do tapete que há por ali uma bombinha perigosa chamada falta de carácter. Não estou a confundir o primeiro-ministro com o PS! Ou vice-versa. Há no PS óptima gente, e não estou apenas a falar das suas bases, que quase todos o devem ser, mas dos próprios integrantes do governo - e estou a lembrar-me, assim de repente, de Luís Amado, Rui Pereira, mesmo, vá lá, Teixeira dos Santos - da maior parte, presumo, dos seus deputados e de detentores de altos cargos como Oliveira Martins, Jaime Gama, Vera Jardim, António Barreto (sem cargo actual), e certamente muitos mais que de momento não me ocorrem, que me desculpem a omissão, eles o sabem. Dos históricos, destaco Manuel Alegre, que me ensinou que dizer Pátria não é pecado…
Agora o que aflige é que nesta aldeia global que é o mundo de hoje, sendo a Europa que nos tem debaixo d’olho apenas um cantinho dela, é que seja precisamente o Primeiro-Ministro quem mais telhados de vidro tem. As pedradas que já temos levado á conta e as que hão-de ainda aparecer por aí!
Nao sou das que advogam a ideia da queda - ou da “fuga” do governo. No chavascal em que a coisa está, seria em cima da queda, coice… cá dentro e lá fora. Por mais que me sinta irritada com as “birras” governativas, de que o dinheiro para a Região Autónoma da Madeira (não para a autarquia do Funchal!…) foi um episódio lamentável. Em primeiro lugar, porque não sou apreciadora de anedotas matreiras, como foi alegar “despesismo” da parte da oposição em bloco. Despesismo na boca dos próceres do governo é piada de péssimo gosto! Depois, porque a Madeira pode estar em nível de riqueza e realizações superiores (como foi alegado) mais à frente que certas zonas continentais mas precisamente porque o dinheiro que gasta é bem gasto. A mim, assim parece, a não ser que dois e dois já não sejam quatro…
Pois então, se os cordões da bolsa do erário público passaram a invioláveis, razão tinha Manuela Ferreira Leite quando no inicio da sua presidência do maior partido da oposição, foi “crucificada por ter dito alto e bom som que todas as modernizações à vista eram muito bonitas… mas e o dinheiro?! Liminarmente. TGVs? Não há dinheiro! Novo aeroporto?! Não há dinheiro! Nova ponte em Lisboa não há dinheiro! Mais auto-estradas paralelas? Não há dinheiro! (E vá lá que não se concorreu aos Jogos Olímpicos!…) E não é que não há mesmo?! Pronto: virei catastrofista, botabaixista, velha do Restelo, atrasada mental, “bruxa”… e tudo quanto se diga por pensamentos, palavras, quiçá telemóveis…
Um abraço, dr. Medina Carreira!
n LUÍSA MELO  - 9-2-10

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