SP Nº. 8511
A ÁGUEDA política, a pouco mais de um ano das “pré-autárquicas, agita-se em posições críticas sobre o executivo camarário. Pouco ou nada está bem, Gil Nadais prometeu e não cumpriu, há fraca taxa de execução e elevada taxa de ideias, Águeda merece mais e melhor, o jogo democrático está subvertido e até já se assemelha a política de Águeda a uma fatia de queijo limiano. Assim falam as várias oposições. O PSD, e vagamente o CDS, já passaram pelo poder autárquico, pelo que, como o PS actual, são todos cúmplices da Águeda que somos. Não podem, nem devem, falar de cor e salteado, descomprometidos, como se não tivessem culpas no seu cartório e na cruz que todos carregamos. A renovação, cor de rosa ou laranja, em tons de azul ou vermelho, mesmo “à moda do Bloco”, só é renovação se substantivar um projecto que torne iguais todos os aguedenses. A todos dê respostas iguais, para iguais problemas. E em Águeda isso não acontece(u). Por isso, é assimétrica nas suas várias dimensões e não há (o)posição política que tenha desculpa para as tantas coisas que nos tornam menores em vária coisa. 1 - A Águeda-social ganha novo galão já sábado, quando, em Travassô, se lançar a primeira pedra da sementeira de solidariedade que é o Jardim Social. Mais um lar e centro de dia para idosos, que cuidarão os que, de vida feita e males de corpo e alma, precisam de confortos e afectos que a família (já) não pode dar! Esta Águeda é a Águeda de sinal mais, assumida pelos carajosos dirigentes do movimento associativo - que não recebem as gordas mordomias dos “clientes” da coisa pública, mas se dão de corpo, alma e meios, para que a sociedade seja melhor. 2 - O mesmo prepara o MÁGICO, associação da Maçoida, da Giesteira e de Rio Covo, galvanizada pelo aval do Estado ao seu Centro Social. Mais de duas centenas de utentes vão beneficiar do sonho que, qual magia, o Mágico fará realidade. É a tal Águeda de sinal mais. 3 - A segurança fragiliza-se a cada dia que passa. Mais assaltos, mais detenções, a polícia sem ter mãos a medir e, outras vezes, sem chegar onde devia ir ou estar. Os excessos, sejam eles quais forem, condicionam a liberdade e segurança da sociedade. Pois que se acabe com eles. * CV
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