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A água volta a subir, o saneamento volta a subir, e passou-se apenas meio ano desde o último aumento. A AdRA, dona e senhora das redes, invoca o que lhe convém e debita nos bolsos dos consumidores. Que sobre isso não são ouvidos nem achados. 1 - Quem se vê, de um momento para o outro, com os rendimentos salariais a descer e impostos e compromissos financeiros a subir, bem pode rezar a Nossa Senhora para que o proteja. Faça um milagre. Mas já não há milagres! 2 - Os aumento da água e da taxa de saneamento - mesmo para quem dele não beneficia, o que é abuso... - são relevantes na economia da maior parte dos portugueses. A massa salarial não é por aí além e os custos de vida sobem todos os dias: é a água e o saneamento, mas são também o pão, o gás, a electricidade, os bens de primeiro consumo, o IVA, a gasolina, a saúde!! E, nesta, bem se pode chorar pelo sistema que tivemos e, no caso de Águeda, se vai sumindo do nosso alcance, matando-se serviços de um dia para outro, de nada valendo as muitas e eventuais orações que se façam aos senhores que decidem estas coisas. Não ouvem o povo. Não estão para isso. 3 - Onde o país vai parar, não sabemos! Mas, isso é seguro, cada vez mais sentiremos na pele e na alma a dor da falta de saúde, de pão e de segurança. 4 - Por falar em segurança, por aí continuam os assaltos. Um pouco por todo o concelho - da cidade à mais recôndita aldeia. Não se pode deixar uma porta sem ferrolho, ou janela sem grades. Em casa, em fábrica, em loja. Ou sequer automóvel por um lapso “abandonado”. Os ladrões espreitam o momento e parece que adivinham: assaltam, roubam, prejudicam, fogem sem rasto. E se o deixarem e forem apanhados, bem podem descansar. Nas mais das vezes, voltam sossegadinhos para casa. n CV
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