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Eleições à porta

por José Neves em Junho 05,2013

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Com a temperatura política nacional a subir e Mário Soares a pedir a
queda do governo, estão já no horizonte de Setembro próximo as eleições autárquicas, a votação deliberativa nacional que mais laços estabelece entre eleitos e eleitores, nesse tão necessário caminho de construção da Democracia e na responsabilização de cada um, em prestar
contas dos seus actos na governação da coisa pública.
Mas se o fundador do Partido Socialista parece esquecer-se de ter sido um governo seu a pedir a ajuda do FMI e, há dois anos, Sócrates a assinar o acordo e as “letras”com os credores externos da troika, com severas limitações à própria soberania portuguesa, face à situação de concreta pré-bancarrota nacional, não podem ambos fugir as suas  objectivas responsabilidades políticas, até na utilização, enquanto chefes de governo, das ajudas comunitárias e estimadas em 9 (nove) milhões de euros por dia, no período entre 1986 e 2011.
Por outro lado e ainda, os autarcas em fim de mandato, Águeda incluída, não devem desculpar-se pelo que não fizeram ou deixaram a meio, só porque agora o governo de Lisboa tem cor diversa do partido pelo qual foram eleitos!
Tem Águeda uma Câmara socialista, já lá vão quase oito anos, e durante os seis primeiros beneficiou de governos rosa no Terreiro do Paço.
A oposição, PSD e CDS, neste período autárquico, sempre esteve submissa na Câmara e dócil na Assembleia Municipal, não impedindo as propostas do executivo quanto à utilização do vasto dinheiro dos vários orçamentos, num total de 351 milhões de euros.
O que está feito, ficou a meio ou falta fazer é, assim e durante este tempo, obra socialista ou, por não cumprimento, falsa promessa do seu “cardápio”eleitoral.
A recente e anunciada candidatura da coligação PSD/CDS à Câmara de
Águeda tem, por estas acrescidas razões, a obrigação de rapidamente sair das cascas, apresentar-se ao eleitorado e clarificar ao que vem, o que traz de novo à nossa terra e que virar de página projecta no amanhã  para todos nós!
Oxalá que tal aconteça, Beatriz! A Democracia não é um negócio e fica doente com os que por lá ficam “ profissionais”! n  JNS

   

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