Ó política, faz-te à estrada
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A história da via rápida Aveiro-Águeda, um troço com 18 quilómetros em perfil de auto-estrada e preço estimado em 15 milhões de euros, já tem barbas brancas, toda a gente a conhece, mas não há maneira de sair dos papéis! Anunciada e prometida por José Sócrates, ex-1º. ministro , em Maio de 2008, o objectivo desta importante obra seria a de proporcionar uma nova ligação transversal de qualidade ente Aveiro e os principais eixos longitudinais, A17, A1 e IC2, estimando-se uma diminuição de 50% no tempo de ligação, entre Aveiro e Águeda. A obra viria a ser concessionada à Auto Estradas do Centro, tendo o facto sido assinalado com a visita do ex-ministro Mário Lino e seu secretário Paulo Campos, descerrando-se até uma placa numa rotunda e alusiva à boa notícia. Mas os ventos da abundância foram efémeros: a urgência implacável do empréstimo externo (troika), a reformulação das PPP tornou-se inevitável e a via rápida Águeda-Aveiro apanhou por tabela! No entretanto, muita água já passou por baixo das pontes e fica a impressão que a política caseira cruzou os braços, capitulando na sua luta pela realização de uma obra vital à actividade empresarial do concelho, em todos os domínios, e ainda por cima quando se avizinha a inauguração da nova zona industrial do Casarão. Mas se capitulou, a nossa política, fez mal!. Ao contrário, devia fazer das tripas coração, se preciso fosse, afirmando perante o país e junto do Governo a premência da obra e a sua vontade em comparticipar na sua construção. Porque se a Câmara de Nadais está à espera que chova no nabal e faça sol na eira, muita curva continuarão a fazer os aguedenses para ir a Aveiro e os aveirenses para vir à serra, como eles dizem! Estuda muito, Beatriz, para seres uma grande mulher! n JNS
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