As dúvidas não são legítimas quando a realidade é visível!
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A política actual, em quase todo o mundo, é dominada por uma realidade inquestionável, que divide as sociedades em maus e bons, com os esquerdistas a autoproclamar-se de todas as qualidades boas e a apontar a direita como autora de todas as maldades, outorgando a esta o direito de resposta (àqueles) que tentam, por todos os meios, passar esta má imagem para os incautos ou mais desprotegidos. Estas posições antagónicas podem servir, e servem, os políticos, mas prejudicam as sociedades, que se digladiam constantemente, privando os povos da paz e de uma vida melhor. Se os políticos fossem homens honestos e bons, procurariam o entendimento com cedências mútuas mas, no mundo actual, essas intenções não serão realizáveis, porque resultam de um procedimento premeditado! Propomo-nos fazer, com a maior honestidade e boa vontade, uma análise dos defeitos e virtudes dos dois sistemas, através das experiências das duas situações, partindo do que se passou desde 1917, até à actualidade, destacando os casos mais evidentes e o seu resultado. n 50 MILHÕES: Em 1917, a Revolução Russa, influenciada pelas teorias de Engle/Lenine e tendo Estaline como executor, trouxe à maioria do povo Russo a fome, miséria e, segundo as estatísticas russas, cerca de cinquenta milhões de assassinatos e torturas sem fim, até a queda do muro de Berlim e do desmembramento do Império, cujo domínio se estendeu á Polónia, Estónia - Lituânia, Checoslováquia, Roménia, Bulgária, Albânia, etc. Felizmente, os povos destes países, depois de sofrerem o que significa a prática destas doutrinas (que nós, Portugueses, provámos de Março a Novembro de 1975), logo que tiveram possibilidades, fugiram desse “Céu”, onde uma minoria tinha tudo e, os outros, pouco mais do que miséria! No Oriente, os casos mais flagrantes são a Coreia do Norte, onde se assassinam os apoiantes da véspera, e a China; esta que tenta agora, lentamente, sair da miséria com a ajuda do capitalismo. Na América do Sul, o exemplo de Cuba, Venezuela e Argentina, sobretudo esta, que foi até 1950 o celeiro da Europa e até na música esteve na dianteira do Mundo e, hoje, paga amargamente, os desvarios da ditadura camuflada. n EMBUSTE: Não seriam suficientes estes exemplos, para calar os exaltadores de esquerdismo, cujas virtudes o braço/direito de Cunhal (Zita Seabra) tão bem descreve no seu livro (“FOI ASSIM”), onde exemplifica o embuste que faz cair a máscara? Para nós, não foi mínima a surpresa porque eram e são evidentes as incoerências entre a doutrina apregoada e a realidade praticada! Esta esquerda oportunista, como a que existe em Portugal, Espanha, França, etc., só sobrevive com a ajuda do capitalismo que vai criando a riqueza que permite a tantos que vivem sem trabalhar, o possam fazer à custa dos que trabalham (como nos Estaleiros de Viana, onde se calcula que ficam afogados, muito mais de mil milhões do contribuinte), adulando, por cegueira ou conveniência, o que está provado apenas servir os interesses políticos, e matar a liberdade! Se, por desgraça nossa, o Estado viesse a ser o patrão único, veríamos instaurar a ditadura, com todas as misérias de que sofreram e sofrem os povos dos países com esses regimes. Vantagens e defeitos do Capitalismo
Entre as virtudes e defeitos da sua concepção, felizmente, grande parte dos cidadãos são portadores da insatisfação; é essa maravilhosa qualidade que faz esquecer os trabalhos e sacrifícios que, normalmente, são indispensáveis para o progresso do Mundo! Ela, dá a coragem e persistência que está na origem do êxito de tantos sábios, que extraem dos laboratórios as grandes maravilhas da ciência e dá motivação aos grandes cientistas, médicos, engenheiros etc. etc. É também ela (ambição) a origem das pequenas e grandes fortunas, qualidade que só é má quando não olha a meios para atingir os fins, ou se ignoram os deveres sociais e, por essa razão, deve ser supervisionada por um arbitro independente, sereno e forte quanto baste, para castigar os infractores da lei do jogo. Concluindo: A prática a que se convencionou chamar capitalismo é, até hoje, a única forma de criar a riqueza e liberdade, indispensáveis à vida das sociedades, cabendo ao Estado corrigir os seus defeitos. Felizmente, há muitos exemplos dos que fazem retornar à sociedade, aquilo que ela ajudou a conquistar e, mais haveria certamente, se a inveja e a falta de reconhecimento, contribuíssem para que a Solidariedade, fosse apontada como a grande rainha da vida. n PARTILHA: Embora convictos da imperfeição humana e das suas obras … não perdemos a ambição de lutar por um Mundo com mais ESPERANÇA E AMOR. A partilha desse ideal com a sociedade é suprema ventura de uma vida. E porque Ele se aproxima , estendo os braços, pensando que, simbolicamente, abraço todos os cidadãos do Mundo… A todos, sem qualquer exclusão, desejando com amor, FELIZ NATAL! n ALMEIDA ROQUE
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