Postal da semana: Sétimo
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Portugal, até 2007 tornou-se o 7º. país com maior gasto com os trabalhadores do Estado, dos 27 da União Europeia. O acordo negociado com os credores vai fazer com que, em 2015, a posição passe para… o 7º com menos gastos! O senhor Forbes, um americano de sucesso, veio a Lisboa, a um seminário sobre Turismo e disse que Portugal poderá ter-se excedido nos anos de expansão, mas que a correção tinha que ser feita com investimento. O senhor Alexandre Vaz dos Santos, do Pingo Doce, do alto da sua vasta experiência, colocava assim a questão: "Alguém empresta dinheiro para investir a um falido, que deve muito mais do que o que pode pagar? Primeiro temos que pagar o que devemos"! Os dois estarão a dizer mais ou menos a mesma coisa: gastámos o que não tínhamos, contraindo sucessivos empréstimos, que agora temos que pagar. O problema maior e mais grave, talvez, do que a receita esgotada de arrecadar mais impostos: reduzir os benefícios e salários que se deram a mais. Não importará muito analisar se os trabalhadores do Estado têm regalias acima do que deviam, ou se recebem mais ou menos do que o patrão-Estado pode pagar. Recebem o que lhes foi prometido! São os últimos a ter responsabilidade, mas são os únicos a pagar a correcção dos excessos, das promessas de alguns para ganhar votos e ter o poder nas mãos. Será que vamos aprender alguma coisa com todo este sofrimento? Talvez a resposta venha dos que vão sofrer mais: as gerações dos que nasceram depois da Revolução dos Cravos
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