8619
O dia de “festa” que foi limpar Águeda de lixeiras, bem poderia ser repetido todos os dias e sem que, necessariamente, se tivessem de organizar campanhas de sensibilização. O lugar comum bem poderia ser a atitude diária de não despejar lixos em locais não devidos. 1 - Águeda, minimamente, dá resposta a este tipo de situações e a própria Câmara Municipal está organizada para as recolhas que os munícipes peçam. O que está em causa, pois, é uma questão de civismo. E de educação ambiental. Educação que começará em casa e continuará nas escolas, nas ruas, nos empregos, nos lugares públicos onde cada um de nós, com um gesto simples, pode não poluir e não sujar. 2 - Viveu-se a festa que recolheu lixos domésticos e fica a interrogação sobre os poluentes industriais. O que faz Águeda deles? Vão todos para a ECTRI? Surpreendeu-me o comentário de um dirigente político local, assegurando que são transportados camiões de lixos industriais para despejar nas planícies do Alentejo. Não de Águeda, sublinhe-se. A fiscalização não existe, ou não actua? 3 - A Associação Empresarial de Águeda (AEA/AIA) denunciou métodos bancários (página 2) que lesam empresas associadas, sujeitas a altos juros por produtos financeiros que lhe foram sugeridos. Produtos, diz a AEA/AIA, de “elevado risco e pura especulação”. E que os clientes “foram enganados”. Que se desfaça o engano. 4 - A ACHAR (página 10) organizou-se para ajudar doentes do foro oncológico. Gente de Águeda que, directa ou indirectamente, já sofreu a dramática doença, junta-se em partilha de saber e de conselho, para ajudar os mais fragilizados. Ora aí está uma bela lição de solidariedade. n CV
1821 vezes lido
|