8814
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O ano de 2013 ficou para trás das costas e não deixa saudades. Os portugueses sofreram muitos amargos de boca e de bolsa e não têm coisas boas para recordar. O ano de 2014 não será melhor. É o ano 136 de Soberania do Povo. 1- O ano de 2014, na verdade, abre portas mas não faz acreditar em grandes esperanças. Trará, provavelmente, muitos dramas sociais e muitas desilusões, que confirmarão os maus augúrios que cada português, cada família, cada instituição, cada empresa, já sentem no dia-a-dia. Há muito tempo. 2 - O país andou em obras sumptuárias e, quiçá, desnecessárias. Está parcialmente embargado. As consequências são óbvias, espantando muito que quem governou as não tenha antevisto, para as evitar. 3 - O país que deixou de ter agricultura e pescas (para poder comer, sem tanto ter de importar); que pôs cimento e alcatrão a duplicar estradas e auto-estradas; que se deixou “embriagar” pelos milhões e milhões de euros que nos foram chegando da Europa e não cuidou do futuro, está agora cheio de dívidas, que não sabe como pagar. E vai vendendo os seus melhores anéis (a EDP, os CTT e o que mais se verá...), para se continuar a iludir. 4 - A 1 de Janeiro de 1879, há precisamente 135 anos, um grupo de homens de Águeda, homens sonhadores, combatentes e de cultura superior, fez sair a a primeira edição de Soberania do Povo. O jornal que hoje o leitor tem nas mãos, chega ao nº. 8814, entra no 136º. ano de publicação e afirma-se para continuar o combate pelo futuro das terras e das gentes de Águeda e região. 5 - Os combates que o jornalismo tem pela frente não se vencem com palavras, mas com actos. Não se ganham por favores aos poderes, mas por serem projectos ao lado do povo. É o que Soberania continuará a fazer e mostrará em edições do futuro. De braço dado com Águeda, sempre, e sempre sem quaisquer complexos! n CV
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